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SAC ou PRICE: Qual Sistema de Amortização Escolher no Seu Financiamento Imobiliário?

  • há 1 dia
  • 4 min de leitura

Na hora de financiar um imóvel, uma das dúvidas mais comuns é: devo escolher o sistema SAC ou o sistema PRICE? Essa decisão impacta diretamente o valor das parcelas, o total pago ao longo do financiamento e até mesmo a sua capacidade de aprovação de crédito. A Imobiliária Vitória preparou este guia completo para explicar as diferenças entre os dois sistemas, com exemplos práticos que vão ajudar você a tomar a melhor decisão na hora de realizar o sonho da casa própria em São Bernardo do Campo.

O que é amortização?

Antes de entender as diferenças entre SAC e PRICE, é importante compreender o conceito de amortização. Amortizar significa reduzir o saldo devedor do seu financiamento ao longo do tempo. A cada parcela paga, uma parte do valor vai para o abatimento da dívida (amortização) e outra parte vai para os juros cobrados pelo banco.

A forma como essa divisão é feita ao longo do tempo é o que diferencia os dois principais sistemas de amortização utilizados no Brasil: o Sistema de Amortização Crescente (SAC) e a Tabela Price.

Sistema SAC: parcelas decrescentes

No Sistema de Amortização Constante (SAC), a amortização do saldo devedor é sempre a mesma a cada mês. Isso significa que, ao longo do tempo, como o saldo devedor vai diminuindo, os juros também caem — e as parcelas ficam progressivamente menores.

Como funciona na prática:

  • As primeiras parcelas são as mais altas do financiamento.

  • Com o passar dos meses, as parcelas diminuem gradualmente.

  • O total pago em juros ao longo do financiamento é menor em comparação com a Tabela Price.

  • O banco exige uma renda maior no início para aprovar o crédito, pois as primeiras parcelas são mais altas.

Exemplo: Imagine um financiamento de R$ 300.000,00 em 360 meses (30 anos) com taxa de juros de 0,7% ao mês. No SAC, a parcela inicial seria de aproximadamente R$ 2.933,33, enquanto a última parcela seria em torno de R$ 841,67 — uma diferença enorme ao longo do tempo.

Tabela PRICE: parcelas fixas

Na Tabela Price (também conhecida como Sistema Francês de Amortização), as parcelas são fixas durante todo o financiamento. O que muda internamente é a proporção entre juros e amortização: no início, a maior parte da parcela é composta por juros; ao longo do tempo, a amortização aumenta e os juros diminuem.

Como funciona na prática:

  • As parcelas são iguais do início ao fim (exceto por eventuais correções monetárias).

  • A parcela inicial é menor do que a primeira parcela do SAC, facilitando a aprovação de crédito.

  • O total pago ao longo do financiamento é maior do que no SAC, pois os juros são maiores no início.

  • Oferece mais previsibilidade no orçamento mensal, pois a parcela não muda.

Usando o mesmo exemplo de R$ 300.000,00 em 360 meses com 0,7% ao mês, na Tabela Price a parcela ficaria em torno de R$ 2.110,00 por mês — fixa durante todo o período, mas resultando em um custo total de juros significativamente maior.

SAC vs. PRICE: Qual é o melhor?

Não existe uma resposta única — a escolha ideal depende do seu perfil financeiro e dos seus objetivos. Veja os cenários em que cada um é mais indicado:

Escolha o SAC se:

  • Você tem renda suficiente para arcar com as parcelas iniciais mais altas.

  • Sua prioridade é pagar menos juros no longo prazo e quitar a dívida mais rapidamente.

  • Você planeja amortizar parte da dívida nos primeiros anos.

Escolha a PRICE se:

  • Você precisa de parcelas menores no início para se enquadrar nos critérios de renda do banco.

  • Prefere previsibilidade no orçamento mensal, sem variações na parcela.

  • Está começando no mercado de trabalho e espera ter renda crescente ao longo dos anos.

Dica extra: use o FGTS para amortizar seu financiamento

Independentemente do sistema escolhido, uma estratégia muito eficiente é utilizar o saldo do FGTS para amortizar o financiamento. Ao abater parte do saldo devedor, você reduz o valor das parcelas ou o prazo do financiamento — o que representa uma grande economia em juros. Se quiser saber mais sobre como usar o FGTS na compra do seu imóvel, confira nosso artigo completo sobre o tema aqui no blog da Imobiliária Vitória.

Outros fatores que impactam o custo do financiamento

Além do sistema de amortização, outros fatores influenciam o custo total do financiamento imobiliário. Fique atento a:

  1. Taxa de juros efetiva — compare as ofertas de diferentes bancos antes de fechar negócio.

  2. CET (Custo Efetivo Total) — inclui tarifas, seguros obrigatórios e demais encargos além dos juros.

  3. IOF — Imposto sobre Operações Financeiras, que compõe o custo do crédito.

  4. Prazo do financiamento — prazos mais longos resultam em parcelas menores, mas em muito mais juros pagos.

Conclusão: a escolha certa é a que cabe no seu bolso

Tanto o SAC quanto a Tabela Price são sistemas legítimos e amplamente utilizados no Brasil. A melhor escolha depende da sua situação financeira atual, da sua renda, dos seus planos para o futuro e da sua tolerância a variações nas parcelas mensais. O ideal é simular as duas opções com o banco ou com o corretor de imóveis antes de tomar a decisão final.

Quer ajuda para calcular as melhores condições de financiamento para o imóvel dos seus sonhos em São Bernardo do Campo? Entre em contato com a Imobiliária Vitória. Nossa equipe está pronta para orientar você em cada etapa da compra, do financiamento ao registro do imóvel.

Este conteúdo foi gerado por IA.

 
 
 

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